sábado, 20 de outubro de 2012

A Guerra

A guerra...
A guerra...
Maldita seja...
A fera,a quimera...
o dinheiro,a ruína e a sorte...
a benção,a morte e o herói.

A guerra...
A guerra...
que erra...
que mata..
que causa dor..
que mata o amor...
que destroi as eperanças...
que recruta as crianças...
que cresce a economia...
que assombra o meu dia.

A guerra...
A guerra...
vão se armar e se matar
em outro lugar
não quero guerra
mas eles querem
guerrilhem em outro lugar
não no meu lar
a guerra...
a bomba e o fim.



Amor  de um poeta

o poeta de um lirismo absurdo se envenena
O Amor alucina o  responsável  pelo  verso
Cria ilusão,gera ciúme, e só  acena
ebrio  por um tom  inverso 

canta uma serenata ao luar
serenata doce e inútil
a mulher que ali devia estar
o considera um homem fútil

esse amor que o matava a cada dia
o homem louco a sofrer
decidiu numa madrugada fria
ao suicídio recorrer

a vida foi breve,pequena
a quem dirá que morrer por amor
seja a morte plena
assim o poeta morre sem dor